quinta-feira, 14 de maio de 2009

Econtro Jump

“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações.”
Atos 2.42
Diferentemente do que muitos pensam, comunhão é muito mais que um encontro de amigos ou uma festa para comemorar alguma coisa. Comunhão tem haver com reciprocidade, ou seja, uma troca de palavras, sentimentos, atitudes onde a edificação do outro é o nosso interesse maior. A comunhão só é possível no amor. Quem não ama é incapaz de ter comunhão com Deus e com o seu próximo. A comunhão não requer riquezas, nem fama, mas requer um coração dedicado. No versículo citado acima, percebemos que a comunhão é um ato que exige dedicação. Assim como nos dedicamos para conquistar um emprego, vestibular, namorado, namorada e outros ideais, assim também deve ser a dedicação para vivermos em comunhão. Às vezes nossos relacionamentos ficam atrofiados devido a falta de dedicação. Quanto mais atrofiados mais egoístas nos tornamos e conseqüentemente mais rancorosos.
Finalmente, a comunhão é o caminho mais eficaz para curar nossos relacionamentos. Na comunhão aprendemos com o próximo, partimos o pão com o próximo e oramos pelo próximo, esse processo traz paz e restauração. Viva em comunhão!!!


Maio é o mês da comunhão...




Pr. Carlos Adrian

Presente que Serve




Quando é que nós recebemos um conforto e um consolo real? Quando alguém nos ensina como pensar ou como agir? Quando recebemos um conselho para onde ir ou o que fazer? Quando ouvimos palavras tranqüilizadoras e de esperança? Algumas vezes, talvez. Porém, o que realmente importa é que em momentos de dor e de sofrimento alguém esteja ao nosso lado. Mais importante do que qualquer ação particular ou de qualquer palavra de aconselhamento é a simples presença de alguém que se interessa por nós. Quando alguém nos diz, no meio de uma crise que passamos: "Eu não sei o que dizer ou o que fazer, mas quero que compreenda que estou ao teu lado, que não te deixarei sozinho", nós temos um amigo através do qual podemos encontrar consolo e conforto. Numa época tão repleta de métodos e de técnicas destinados a mudar as pessoas, a influenciar o seu comportamento e a fazer com que elas façam coisas novas e tenham idéias novas, nós perdemos o dom simples, porém difícil de estarmos ao lado dos outros.



Perdemos este dom porque fomos levados a acreditar que a presença precisa ser útil. Nós pensamos: "Por que devo visitar esta pessoa? De qualquer forma, nada posso fazer por ela. Nem sequer lhe ser útil!". Enquanto isso, esquecemos que muitas vezes é na presença humilde, despretensiosa e "inútil", um ao lado do outro, que sentimos consolo e conforto. O simples fato de estarmos com alguém é difícil, porque isto exige de nós que compartilhemos a vulnerabilidade com esse alguém, que com ele ou com ela entremos na experiência da fraqueza e da impotência, que nos tornemos parte da incerteza e que desistamos do controle e da autodeterminação. No entanto, quando isso acontece, nasce nova força e nova esperança. Aqueles que nos oferecem conforto e consolo, ao permanecerem ao nosso lado em momentos de doença, de angústia mental ou de trevas espirituais, muitas vezes estão tão ou mais próximos a nós como aqueles com quem temos laços biológicos em comum. Eles mostram a sua solidariedade para conosco ao penetrarem de boa vontade nos espaços escuros e desconhecidos da nossa existência. Por essa razão, eles se tornam aqueles que nos trazem nova esperança e nos ajudam a descobrir novos rumos na vida.





(Henri Nouwen)

SERVIR

“Há maior felicidade em dar do que em receber” Atos 20.35b
Aí está um dos maiores mistérios da Bíblia: é melhor dar do que receber. Diante de um mundo dominado pelo consumismo e pelo capitalismo este versículo soa como uma utopia; algo bonito de se ler, mas impossível de viver. Quem poderia dizer que encontrou a felicidade em doar de si mesmo ao semelhante? Algo que deveria ser um comportamento natural do Homem tornou-se desafio. Ouvimos sobre amor, falamos sobre o amor, mas rapidamente nos esquecemos que “quem ama serve”. Servir não pode ser considerado como um peso insuportável, pois o próprio Jesus disse que o fardo dele é leve. Portanto, se carregamos um fardo muito pesado no exercício da nossa fé, devemos rever se este fardo vem de Jesus ou não. Servir traz alegria ao coração. Nós encontramos a felicidade no servir. Nada justifica deixar de servir ao próximo. O serviço acontece motivado pelo amor e não pelo que possuímos. Devemos servir muito mais com a nossa vida do que com os bens materiais. Não podemos esperar ter posses para servir ao próximo. A excelência do servir está na doação de si mesmo ao outro.
Eu e você somos convocados para a felicidade, isto é, para servir!!!


Pr. Carlos Adrian

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Jump no Asilo da Cidade Ozanan

O mês de abril para os jovens da Igreja Batista no Palmares foi o mês do voluntariado. O Jump esteve presente no Asilo da Cidade Ozanan levando amor, carinho e a palavra de Deus para aqueles idosos. Foi um momento muito especial.